sábado, 28 fevereiro, 2026
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SindusCon-SP: construção criou 5.168 vagas no Estado de São Paulo

O SindusCon-SP apurou que o setor de construção no Estado de São Paulo encerrou julho de 2025 com 825.223 trabalhadores; no mês, o saldo entre admissões e desligamentos resultou em 5.168 novos postos de trabalho, equivalente a uma variação de 0,63%.

Do total de empregados, 352.750 atuam em serviços da construção, 265.473 em edificações e 207.000 em obras de infraestrutura.

No acumulado de janeiro a julho de 2025, o setor registrou a criação de 41.335 empregos, alta de 5,27%.

As regiões que mais contrataram em julho foram:

  • São Paulo: 2.888
  • Sorocaba: 549
  • São José dos Campos: 457

As regiões com saldo negativo foram:

  • Bauru: -133
  • Ribeirão Preto: -83
  • Presidente Prudente: -9

As maiores variações percentuais no ano foram registradas em São José dos Campos (9,9%), Campinas (6,8%) e São Paulo (6,2%).

Regional Campinas

A Regional Campinas registrou 103.032 trabalhadores na construção civil, sendo 30.047 em infraestrutura, 28.517 em edificações e 44.468 em serviços.

Entre junho e julho o saldo de empregos na regional foi positivo em 445 vagas. No acumulado de 2025, a regional contabilizou 6.537 postos de trabalho; a variação foi de 0,43% no mês, 6,8% no ano e 4,75% nos últimos 12 meses.

O presidente do SindusCon-SP, Yorki Estefan, comentou sobre a dinâmica do mercado e as perspectivas para os próximos meses.

“O setor ainda está aquecido em algumas cidades, como São Paulo, Sorocaba e São José dos Campos, principalmente por conta da execução de contratos assinados no ano passado. No entanto, a expectativa é de uma nova diminuição no nível de emprego nos próximos meses, em função da piora das perspectivas em relação à economia e aos investimentos, e devido aos elevados juros, que atraem investidores para o mercado financeiro”.

Yorki Estefan, presidente do SindusCon-SP

O levantamento foi realizado por meio da ferramenta online do SindusCon-SP. Os dados foram apurados pelo FGV Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas), com base no Novo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) do Ministério do Trabalho e Emprego.

Fonte: Roncon & Graça Comunicações

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