terça-feira, 24 fevereiro, 2026
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Nova Odessa: sucessão de 2028 se abre com Leitinho enfraquecido

A sucessão municipal de 2028 em Nova Odessa se tornou uma disputa precoce e imprevisível após o enfraquecimento político do prefeito Cláudio José Schooder (o Leitinho), por conta de denúncias e movimentações internas que corroeram sua base de apoio.

Contexto e denúncias

O desgaste começou após a reeleição de Leitinho em 2024, quando anunciou publicamente que seu escolhido para 2028 seria Alessandro Miranda (o Mineirinho). A declaração, feita sem consulta às forças políticas da base, provocou reação imediata: aliados deixaram o governo e a bancada na Câmara se fragmentou.

Ao desgaste político somaram-se denúncias que atingem a imagem do prefeito e reduziram seu poder de influência na corrida sucessória. Um ex-aliado, José Jorge, acusou Leitinho de uso de caixa dois na campanha, com participação direta de Mineirinho, e há apontamentos do Ministério Público sobre contratações fracionadas envolvendo uma empresa do ramo de alimentação.

Como a base se desfez

Vereadores passaram a se distanciar e a coalizão que sustentava a gestão mostrou fragilidade diante das movimentações internas. Com a perda de coesão, o prefeito ficou dependente de uma base mais pragmática e menos leal, o que diminui sua capacidade de transferir poder eleitoral.

Principais nomes na disputa

O quadro eleitoral tende a se fragmentar: surge novamente o ex-prefeito Bill, derrotado por Leitinho em 2024, que nos bastidores é visto como um potencial candidato caso opte por concorrer.

No Legislativo, desponta como alternativa o vereador André Faganello (Podemos), pela atuação fiscalizadora e presença em pautas sensíveis; já o presidente da Câmara, Oséias Jorge (PSD), é mencionado pela articulação nos bastidores, mas precisa ampliar apelo popular.

A vereadora Márcia Rebeschini (União Brasil) aparece como possibilidade de candidatura feminina com simbolismo histórico, podendo se tornar a primeira mulher a governar o município se ampliar seu alcance no debate público.

Cenário e próximos passos

Com quatro anos até a eleição, investigações em andamento e um governo que perdeu estabilidade, a sucessão em Nova Odessa promete ser competitiva e menos previsível do que se imaginava. A disputa pode migrar de um confronto concentrado entre dois nomes para um campo mais aberto, com atores tradicionais e novos buscando espaço.

ALERTA: Alegações e investigações citadas — confirmar fontes e status processual antes da publicação.

Alerta editorial

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