Dados da Organização Mundial da Saúde apontam que cerca de 3% da população global enfrenta algum tipo de dependência; no Brasil, o Ministério da Saúde indica que 1 em cada 5 adultos tem dificuldade em controlar comportamentos nocivos. Diante desse quadro, a hipnoterapia tem sido apresentada como apoio para reduzir vícios e compulsões.
A hipnoterapia atua sobre padrões mentais que mantêm comportamentos repetitivos, oferecendo uma alternativa complementar aos tratamentos médico e psicológico tradicionais. A técnica foca em memórias e gatilhos emocionais, com o objetivo de ajudar o paciente a retomar o controle sobre as próprias escolhas.
Durante as sessões, o terapeuta conduz o paciente a um estado de relaxamento profundo, deixando a mente mais receptiva a novas ideias e sugestões positivas. O tratamento é personalizado, e o número de encontros varia conforme cada pessoa.
“O objetivo não é simplesmente deletar uma lembrança, mas dar um novo significado a ela. Assim, a pessoa aprende a trocar a reação compulsiva por atitudes mais saudáveis e conscientes.”
Pesquisas recentes da American Psychological Association (APA, 2024) são citadas como indicativas de boa eficácia da hipnoterapia quando usada como terapia complementar em casos de vícios leves e moderados, especialmente se combinada com acompanhamento médico e psicológico.
Além do trabalho clínico, profissionais destacam o ensino do autoconhecimento como ferramenta para manter o autocontrole no dia a dia. Em casos graves, no entanto, recomenda-se avaliação médica ou psiquiátrica antes de adotar abordagens complementares.
Na avaliação do profissional consultado, quando aplicada de forma séria e responsável, a hipnoterapia pode ser reconhecida como uma ferramenta legítima de transformação pessoal.
Fonte: Toda Comunicação




