segunda-feira, 9 março, 2026
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Coragem, união e representatividade: mulheres de Sumaré e região reforçam a luta por igualdade

No Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, mulheres de Sumaré e região refletem sobre desafios e ressaltam a força coletiva capaz de transformar a realidade.

As falas reunidas pelo Jornal Spasso Cidades convergem em palavras-chave: coragem, união, reconhecimento do próprio valor e mobilização coletiva.

‘Ser mulher em um mundo desigual exige uma coragem que muitas vezes passa despercebida. Todos os dias, nós mulheres enfrentamos desafios que testam a nossa força, nossa voz e nossa liberdade e ainda assim seguimos em frente, criando, cuidando, lutando e transformando o mundo ao nosso redor.’

Elaine Ravanhani Santos, empresária e sócia da AVM Imóveis
Elaine Ravanhani Santos, empresária e sócia da AVM Imóveis

‘Nossa voz importa. Nossos sonhos são válidos. A cada passo que damos abre caminho para outras mulheres também caminharem com liberdade.’

Elaine Ravanhani Santos, empresária e sócia da AVM Imóveis

‘Ser mulher é ter coragem para enfrentar desafios e seguir transformando o mundo todos os dias. Que nunca nos falte força, união e esperança para continuar lutando por respeito, igualdade e oportunidades para todas.’

Ciça Teixeira, secretária de Cultura de Sumaré
Ciça Teixeira, secretária de Cultura de Sumaré

‘Lugar de mulher é onde ela quiser, principalmente onde são tomadas decisões.’

Maria Irene Garcia De Nadai, educadora e fundadora do Grupo de Voluntários Viva Feliz – Casa de Apoio Sr. Antônio Garcia do Hospital Estadual de Sumaré
Maria Irene Garcia De Nadai, educadora e fundadora do Grupo de Voluntários Viva Feliz – Casa de Apoio Sr. Antônio Garcia do Hospital Estadual de Sumaré

‘A verdadeira força da mulher está na sua liberdade de escolher o caminho que deseja seguir. Seja na família, no trabalho, nos estudos ou em qualquer outro espaço da sociedade, a mulher tem capacidade, inteligência e sensibilidade para ocupar o lugar que quiser.’

Vitória de Paula, mãe e administradora do lar
Vitória de Paula, mãe e administradora do lar

‘Ser mulher em nossa sociedade ainda significa enfrentar desafios diários, mas também significa carregar uma força extraordinária de transformação.’

Flávia Pinheiro, diretora de área e estudante de Serviço Social
Flávia Pinheiro, diretora de área e estudante de Serviço Social

‘Nós sabemos que os desafios são muitos. Muitas vezes precisamos ser fortes no trabalho, dentro de casa, como mães, filhas, esposas e profissionais, enfrentando uma sociedade que ainda é desigual em muitos aspectos.’

Vânia Oliveira, atendente
Vânia Oliveira, atendente

‘Ainda há muito a transformar e aprimorar; somente por meio da união e do esforço coletivo conseguiremos alcançar o respeito e a plena garantia dos nossos direitos.’

Solange Cristina Castanhassi Silva, pedagoga, professora da rede municipal de Sumaré e voluntária do Grupo de Apoio à Adoção Anjos do Coração
Solange Cristina Castanhassi Silva, pedagoga, professora da rede municipal de Sumaré e voluntária do Grupo de Apoio à Adoção Anjos do Coração

‘O Dia Internacional da Mulher também é um momento de reflexão. A Lei Maria da Penha existe para garantir direitos e proteger vidas.’

Cabo PM Elaine Rossi, 16º Batalhão da Polícia Militar do Interior
Cabo PM Elaine Rossi, 16º Batalhão da Polícia Militar do Interior

‘E você, mulher, como está? Conhece alguém que sofre qualquer tipo de violência? Denuncie, procure ajuda. Você não está sozinha.’

Cabo PM Elaine Rossi, 16º Batalhão da Polícia Militar do Interior

‘Em Sumaré, há várias legislaturas, não temos uma vereadora mulher na cidade. Não é possível resolver os problemas das mulheres sem a participação feminina.’

Elaine Amaral, proprietária do Jornal Spasso Cidades

As falas mostram que, apesar das trajetórias diversas — empresárias, servidoras públicas, educadoras, profissionais de saúde e assistência social, voluntárias e trabalhadoras — há um sentimento comum: a luta por igualdade continua e se fortalece quando mulheres se apoiam e caminham juntas.

Informação prática: diante de situações de violência ou ameaça, a orientação das entrevistadas e das autoridades é procurar ajuda e denunciar. A Lei Maria da Penha é mencionada como instrumento de proteção; procure a polícia local, as delegacias ou serviços de atendimento especializados para mulheres, os serviços de assistência social do município e as organizações de apoio e acolhimento na sua comunidade. Denunciar é um passo importante para proteção e acesso a recursos de apoio.

Fonte: Da redação

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