Política e Gestão
Sumaré: primeiro ano da gestão Henrique do Paraíso incluiu cortes, obras e avanços
Sumaré: primeiro ano de Henrique do Paraíso com cortes, R$20 mi em obras e avanços em saúde, segurança e infraestrutura.
UPA alagada em Sumaré expõe urgência de obras e políticas para enfrentar eventos extremos na região
UPA alagada em Sumaré mostra urgência de obras e políticas públicas contra eventos climáticos extremos: drenagem, galerias e planejamento regional.
Hortolândia entrou no ranking das Melhores Cidades do Brasil
Hortolândia entra no ranking das Melhores Cidades do Brasil 2025; prefeitura destaca avanços em tecnologia, sustentabilidade e qualidade de vida.
Câmara de Nova Odessa devolveu R$ 1,33 milhão à Prefeitura em 2025
Câmara de Nova Odessa devolveu R$ 1,33 milhão à Prefeitura em 2025 após economia no Legislativo; verba será aplicada em saúde, educação e infraestrutura.
Hortolândia inicia envio do carnê do IPTU 2026; vencimento em 10/03
Hortolândia começa a enviar o carnê do IPTU 2026; cota única com 5% e 1ª parcela vencem em 10/03. Emissão da 2ª via e REFIS prorrogado até 31/03.
Direitos aéreos: o que muda com a suspensão do STF e quais garantias permanecem válidas
STF suspende ações sobre indenizações por atrasos e cancelamentos; assistência da Anac e direitos imediatos seguem valendo. Veja o que fazer e como documentar.
Paulínia: balanço de 2025 destacou saúde e educação
Paulínia: prefeito Danilo Barros apresenta balanço 2025 com avanços em saúde e educação, recuperação do Theatro e cidade-sede de etapa da Copinha.
Sumaré 2026: o show de promessas e a fuga dos capacitados
Sumaré 2026: eleição marcada por promessas vazias e retorno dos mesmos nomes; quadros qualificados se afastam e falta preparo técnico e ideológico.
Câmara de Nova Odessa homenageou secretário Antônio Teixeira
Câmara de Nova Odessa concedeu título a Antônio Teixeira; homenagem teve tom político por conta do irmão exonerado e do rompimento com o governo.
Apagão em São Paulo põe em xeque Enel, Sabesp e o DAE de Sumaré
Apagão em SP deixou 2,5 milhões sem energia e expôs falhas da Enel, Sabesp e BRK — governos e especialistas reavaliam privatizações.

