segunda-feira, 16 março, 2026
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Bancadas de refeições transformam uso da cozinha

As bancadas de refeições têm se tornado protagonistas nas cozinhas, facilitando a rotina doméstica e criando novos pontos de convivência; segundo o arquiteto Raphael Wittmann, elas podem alterar a forma de uso dos ambientes e reunir os moradores em torno das refeições.

Planejamento e funções

Ao projetar uma bancada é preciso decidir se ela terá papel de apoio funcional ou se abrigará pia e cooktop. Essa escolha depende da área disponível e das prioridades dos moradores, como fluxo de preparo, refeições rápidas ou integração com a sala.

Ergonomia e dimensões

Para uso diário, recomenda-se atenção às alturas e ao espaço de circulação para garantir conforto e usabilidade.

  • Altura: entre 90 e 110 cm, variando conforme o tipo de assento.
  • Diferença bancada-banqueta: cerca de 25 a 30 cm para postura adequada durante a refeição.
  • Largura por pessoa: aproximadamente 60 cm.
  • Circulação: prever espaço livre atrás de cadeiras ou banquetas, especialmente em cozinhas integradas ou apartamentos menores.

Materiais e iluminação

Os materiais devem dialogar com o restante do projeto. Entre as opções mais citadas estão:

  • Pedras naturais (granito e mármore).
  • Quartzo e porcelanato.
  • Madeira e lâminas ultracompactas.

Quanto à iluminação, a pendente é frequentemente escolhida por sua função prática e por criar ambiente; spots embutidos ou fitas de LED podem complementar e destacar a integração entre os ambientes.

“Os erros mais comuns são o de planejar bancadas muito estreitas ou não respeitar a circulação. O resultado se traduz em desconforto e dificuldade de usar.”

Raphael Wittmann, arquiteto

Fonte: dc33 Comunicação

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