Mais do que componentes de sustentação, pilares e vigas formam o grande esqueleto que dá forma, ritmo e equilíbrio a uma construção. Em projetos residenciais, a arquiteta Isabella Nalon trata esses elementos estruturais como parte da linguagem estética e funcional do projeto, em vez de apenas escondê‑los.
Estrutura como linguagem
Para Nalon, pilares e vigas não são apenas elementos técnicos: definem limites, sustentam volumes e possibilitam divisões e transições entre ambientes. A presença da estrutura é conduzida de forma coerente com a distribuição dos espaços, os materiais escolhidos e a iluminação, reforçando a identidade e a autenticidade das residências.
Pilares e fachadas
Os pilares, além da função vertical de sustentação, atuam como extensão da fachada e ajudam a criar ritmo visual. Eles marcam a transição entre interior e exterior, emoldurando áreas abertas como varandas e espaços de convivência.
Vigas e volumes
Já as vigas, ao repartir o peso da laje, colaboram na organização do espaço e na condução do olhar. Sua exposição pode trazer uma leitura clara dos volumes e reforçar a sensação de amplitude nos ambientes.
A abordagem do projeto
“Acredito que a estrutura faz parte da identidade da casa. Quando ela é bem resolvida e bem apresentada, o projeto ganha força e autenticidade.”
Ao assumir pilares e vigas como elementos do projeto — seja com soluções aparentes ou integradas ao estilo decorativo — a proposta é que a estrutura contribua para o ritmo, as transições e a expansão visual dos ambientes. Dessa forma, a estrutura passa a ser um recurso de linguagem arquitetônica nas residências, e não apenas um requisito técnico.
Serviço
- Instagram: @isabellanalon
- Site: www.isabellanalon.com
- Youtube: Isabella Nalon
- Tel.: (11) 94453-5500
Fonte: dc33 Comunicação




