quarta-feira, 4 março, 2026
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Associação Campinas Parkinson elege diretoria em Campinas

A Associação Campinas Parkinson (ACP) elegeu a nova diretoria para o período 2025–2028 em 20 de setembro, durante assembleia realizada no auditório do Lar dos Velhinhos de Campinas, coordenada pela presidente anterior, Rita Queiroz (gestão 2022–2025).

A gestão eleita pretende ampliar a oferta de palestras informativas, fortalecer ações de acolhimento e apoio a familiares e criar oportunidades de inclusão social por meio de eventos, atividades e parcerias público-privadas. A iniciativa reforça a missão da entidade de apoiar, informar e incluir pessoas com Parkinson e seus familiares.

A ACP é uma entidade sem fins lucrativos, fundada em 15 de setembro de 2007 e declarada de utilidade pública municipal. Desde então, realiza atendimentos, grupos de apoio e ações de conscientização voltadas à qualidade de vida das pessoas com Parkinson.

Informações da eleição

  • Data: 20 de setembro de 2025
  • Local: auditório do Lar dos Velhinhos de Campinas

Nova diretoria

  • Sandra Fontealba — presidente
  • Sílvio Antônio Kuniyshi — vice-presidente
  • Cecília Pellegrini — secretária
  • Ozeias Pedro Rodrigues — diretor financeiro
  • Flávio Pellegrini — conselho fiscal
  • Vlademir Soares da Rosa — conselho fiscal
  • Geni Cardoso da Rosa — conselho fiscal (suplente)

Assista ao registro da assembleia:

Dessa forma me apaixonei pela causa e percebi a importância da entidade no trabalho de conscientização e inclusão social dos portadores da doença e seus familiares. É com muito senso de responsabilidade que assumo esses novos desafios. Queremos focar nas palestras de informação e ampliar a atuação com parcerias público-privadas, entre outras ações.Sandra Fontealba

Estima-se que cerca de 0,1% da população mundial tenha Parkinson; no Brasil, a estimativa é de mais de 200 mil portadores.

Sintomas e atenção

  • Tremor de repouso
  • Rigidez muscular
  • Lentidão dos movimentos (bradicinesia)
  • Alterações no equilíbrio

A doença é progressiva e degenerativa; o diagnóstico precoce e o acompanhamento médico especializado são fundamentais. Embora o aparecimento seja mais comum após os 60 anos, cerca de 10% dos casos ocorrem em pessoas com menos de 50 anos e 5% em pessoas com menos de 40. A condição está associada à perda de neurônios na substância negra, responsável pela produção de dopamina.

Mais informações no site oficial: http://www.campinasparkinson.org.br/

Fonte: Roncon & Graça Comunicações

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