Burnout: Nova Lei Exige Cuidado e Terapia Ortomolecular Ajuda

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Com 149 mil afastamentos no Brasil em 2023, abordagem nutricional é chave para cumprir nova lei e garantir bem-estar. Especialista detalha.

O esgotamento mental no trabalho, ou burnout, atingiu níveis críticos. A OMS estima perdas globais de US$ 1 trilhão anuais devido a transtornos psicológicos, e no Brasil, foram quase 150 mil afastamentos em 2023. Diante disso, uma nova lei exigirá que empresas gerenciem riscos psicossociais a partir de maio de 2025.

Nesse cenário desafiador, a Terapia Ortomolecular emerge como uma ferramenta eficaz. Ela foca no reequilíbrio do organismo através de nutrientes essenciais, ajudando a prevenir e tratar o estresse crônico que leva ao burnout.

O Cenário Alarmante do Esgotamento Profissional

Os números não mentem: transtornos psicológicos causam a perda de 12 bilhões de dias de trabalho por ano globalmente.

No Brasil, os 149,3 mil afastamentos registrados em 2023 pelo Ministério da Saúde sublinham a urgência do tema.

A nova legislação, que entra em vigor em 28 de maio de 2025, reflete essa preocupação, obrigando empresas a avaliar e gerenciar ativamente fatores como estresse ocupacional, assédio e sobrecarga.

Mas como agir preventivamente? Investir na saúde integral do colaborador é fundamental, e abordagens que consideram o corpo como um todo ganham destaque.

Terapia Ortomolecular: Equilíbrio Nutricional Contra o Burnout

A sobrecarga constante drena o corpo de nutrientes vitais, abrindo caminho para o esgotamento. A Terapia Ortomolecular atua justamente nesse ponto.

“A abordagem busca restaurar o equilíbrio do organismo, fornecendo os nutrientes essenciais para minimizar os efeitos do estresse e fortalecer o sistema imunológico”, explica Vera Lúcia Silva, esteticista ortomolecular e especialista em saúde integrativa, proprietária da Clínica Vida + Odontologia Avançada e Estética em Campinas (vida mais campinas).

Segundo a especialista, o diferencial é tratar a causa raiz.

“O estresse crônico leva ao esgotamento físico e mental porque o corpo perde nutrientes essenciais no processo. Com a suplementação adequada e ajustes metabólicos, conseguimos devolver energia, disposição e foco aos profissionais”, destaca Vera.

Como essa abordagem funciona na prática?

Como Funciona a Abordagem Ortomolecular na Prática?

A Terapia Ortomolecular segue um processo personalizado para identificar e corrigir desequilíbrios:

  • Avaliação Completa: Analisa sintomas físicos e emocionais, histórico de saúde, dieta e níveis de estresse.
  • Mapeamento Metabólico: Investiga possíveis desequilíbrios hormonais, inflamações subclínicas e carências nutricionais.
  • Plano Terapêutico Personalizado: Define suplementação específica (vitaminas, minerais, nutracêuticos), orientações nutricionais e mudanças no estilo de vida.
  • Acompanhamento Contínuo: Reavaliações periódicas (geralmente entre 30 e 60 dias) para ajustar o plano conforme a evolução do paciente.

Quem Pode se Beneficiar Desta Terapia?

A Terapia Ortomolecular é indicada para uma ampla gama de pessoas que buscam mais equilíbrio e bem-estar, incluindo:

  • Profissionais que sofrem com cansaço extremo, estresse crônico e insônia.
  • Pessoas com desequilíbrios intestinais, compulsão alimentar ou dificuldades de emagrecimento.
  • Indivíduos com sintomas de ansiedade, queda de cabelo acentuada ou problemas de pele (acne, dermatites).

Investir na saúde dos colaboradores, como reforça Vera, não é despesa, mas sim estratégia.

“Profissionais saudáveis produzem mais, se relacionam melhor e reduzem índices de afastamento”.

Com a nova legislação no horizonte, a responsabilidade das empresas pela saúde mental de seus times se torna ainda mais clara. A Terapia Ortomolecular apresenta-se como uma solução prática e eficiente, focada na prevenção e no tratamento das causas do esgotamento, ajudando a criar ambientes de trabalho mais saudáveis e produtivos.

Avalie como sua empresa e você podem implementar estratégias de bem-estar e considere abordagens integrativas para um futuro mais equilibrado.

Fonte: Daniela Nucci

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